O que é?
A hiperdidrose é a hiperatividade das glândulas sudoríparas que leva à transpiração excessiva. Trata-se de uma situação extremamente desconfortável para homens e mulheres, principalmente nas palmas das mãos, plantas dos pés, axilas, mamas e face.
Os fatores que desencadeiam a sudorese excessiva são o aumento da temperatura ambiente, exercício físico, febre, ansiedade e ingestão de alimentos condimentados.
Pode ser uma afecção primária ou secundária a uma outra condição pre-existente, como hipertireoidismo, distúrbios psiquiátricos, menopausa ou obesidade. Afeta cerca de 1% da população e apenas uma pequena parcela desses pacientes tem o seu problema resolvido e tratado de forma eficaz e duradoura.
O início dos sintomas pode serem qualquer época da vida, por razões desconhecidas. Eventualmente existe relação de histórico familiar.
É uma condição constrangedora, pois dificulta as atividades diárias no trabalho, lazer e atividades sociais, especialmente quando está associada ao odor fétido (situação conhecida como bromidrose), causado pela decomposição do suor por bactérias e fungos presentes naturalmente na pele. Atos simples com escrever ou apertar as mãos de alguém podem se tornar embaraçantes.

Como trata?
A hiperdidrose é a hiperatividade das glândulas sudoríparas que leva à transpiração excessiva. Trata-se de uma situação extremamente desconfortável para homens e mulheres, principalmente nas palmas das mãos, plantas dos pés, axilas, mamas e face.
Os fatores que desencadeiam a sudorese excessiva são o aumento da temperatura ambiente, exercício físico, febre, ansiedade e ingestão de alimentos condimentados.
Pode ser uma afecção primária ou secundária a uma outra condição pre-existente, como hipertireoidismo, distúrbios psiquiátricos, menopausa ou obesidade. Afeta cerca de 1% da população e apenas uma pequena parcela desses pacientes tem o seu problema resolvido e tratado de forma eficaz e duradoura.
O início dos sintomas pode serem qualquer época da vida, por razões desconhecidas. Eventualmente existe relação de histórico familiar.
É uma condição constrangedora, pois dificulta as atividades diárias no trabalho, lazer e atividades sociais, especialmente quando está associada ao odor fétido (situação conhecida como bromidrose), causado pela decomposição do suor por bactérias e fungos presentes naturalmente na pele. Atos simples com escrever ou apertar as mãos de alguém podem se tornar embaraçantes.

Como trata?
O tratamento convencional utiliza antitranspirantes e adstringentes, como sais de alumínio de zinco, que devem ser aplicados sobre a pele seca e limpa. No entanto, pode causar dermatite de contato ou manchar a pele, além de ser extremamente complexo se o local afetado for a palma das mãos.
Nos casos mais brandos, o uso de talco ou amido são suficientes para absorver o suor.
Hoje já encontra-se disponível em algumas clínicas nas principais capitais do país o tratamento cirúrgico: simpatectomia torácica por videotoracoscopia, para os casos mais graves e reincidentes.
Cuidados especiais (paliativos)
O uso frequente de sabonetes desodorantes e antissépticos pode favorecer o surgimento de dermatites.
Evitar usar o mesmo calçado dois dias consecutivos. O ideal é alterná-los, deixando um em repouso com um pouco de talco ou em contato com outro material absorvente. Deve-se optar por palmilhas absorventes e (ATENÇÃO!) apenas usar meias de algodão. Evitar o uso de meias sintéticas que estimulam ainda mais a transpiração sem absorver o suor.
A psicoterapia e os tratamentos medicamentosos com ansiolíticos, antidepressivos e anticolinérgicos só são eficazes nos casos em que a causa da hiperidrose é emocional ou decorrente de distúrbio da ansiedade.
Mantenha a pele hidratada com produtos não oclusivos - que não contenham vaselina (petrolatum) ou óleo mineral (paraffinum liquidum), por exemplo. Preferencialmente com agentes hidratantes que penetram a pele com o pantenol, o PCA-Na, os lactatos e os derivados de uréia.

Opinião do autor: sofro com isso desde criança e no meu caso a alimentação balanceada, a manutenção da hidratação da pele e o uso de meias de algodão (uma única vez) são suficientes. Faz parte também do meu ritual diário secar muito bem os pés (pois é onde tenho mais problemas) e sempre que posso fico sem calçados fechados. Quem se identificou e não concorda com a sua situação deve procurar um dermatologista e tratar, pois há casos em que o paciente fica com a região afetada completamente cheia de feridas que podem ser a porta de entrada para infecções.
Nos casos mais brandos, o uso de talco ou amido são suficientes para absorver o suor.
Hoje já encontra-se disponível em algumas clínicas nas principais capitais do país o tratamento cirúrgico: simpatectomia torácica por videotoracoscopia, para os casos mais graves e reincidentes.
Cuidados especiais (paliativos)
O uso frequente de sabonetes desodorantes e antissépticos pode favorecer o surgimento de dermatites.
Evitar usar o mesmo calçado dois dias consecutivos. O ideal é alterná-los, deixando um em repouso com um pouco de talco ou em contato com outro material absorvente. Deve-se optar por palmilhas absorventes e (ATENÇÃO!) apenas usar meias de algodão. Evitar o uso de meias sintéticas que estimulam ainda mais a transpiração sem absorver o suor.
A psicoterapia e os tratamentos medicamentosos com ansiolíticos, antidepressivos e anticolinérgicos só são eficazes nos casos em que a causa da hiperidrose é emocional ou decorrente de distúrbio da ansiedade.
Mantenha a pele hidratada com produtos não oclusivos - que não contenham vaselina (petrolatum) ou óleo mineral (paraffinum liquidum), por exemplo. Preferencialmente com agentes hidratantes que penetram a pele com o pantenol, o PCA-Na, os lactatos e os derivados de uréia.
Opinião do autor: sofro com isso desde criança e no meu caso a alimentação balanceada, a manutenção da hidratação da pele e o uso de meias de algodão (uma única vez) são suficientes. Faz parte também do meu ritual diário secar muito bem os pés (pois é onde tenho mais problemas) e sempre que posso fico sem calçados fechados. Quem se identificou e não concorda com a sua situação deve procurar um dermatologista e tratar, pois há casos em que o paciente fica com a região afetada completamente cheia de feridas que podem ser a porta de entrada para infecções.
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7 de dezembro de 2009 |


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