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Novo logotipo

30 de setembro de 2009 |

Logotipo antigoContinuando a semana de aniversário do Cosmética em Foco, apresento-lhes o novo logotipo criado pela designer Camilla Santiago.

O logotipo inicial criado em 2007 para um ainda pretencioso blog de cosmética foi substituído por um com design mais moderno e mais adequado ao perfil atual do site.

logotipo novo
Como eu disse, as mudanças serão graduais para ninguém se chocar e achar que entrou no site errado.

Aguardem que há muito mais coisas para os próximos dias de comemoração desses dois anos de aniversário.

Mais uma vez: obrigado a todos pela assiduidade e pelo carinho nas mensagens de incentivo!

2 anos de informação

28 de setembro de 2009 |

É com muito orgulho que anuncio hoje os dois anos de aniversário do Cosmética em Foco. Nestes dois anos trouxemos muitos assuntos corriqueiros e muitos polêmicos como os conservantes e os nutricosméticos.

Gostaria de agradecer imensamente ao carinho e atenção de todos, especialmente aqueles que postaram comentários e enviaram centenas de emails!

O aniversário é do site, mas quem ganhará os presentes são vocês leitores! Em parceria com a Pharmabooks, sortearemos três exemplares da segunda edição do livro Cosmetologia Aplicada à Dermoestética do colega farmacêutico (e veterano da Escola de Farmácia de Ouro Preto) Cláudio Ribeiro. Os livros serão sorteados entre os emails cadastrados na nossa newsletter (feed) até o dia 29/10/2009.

Participem e fiquem de olho nas próximas notícias especiais de comemoração de aniversário do Cosmética em Foco.

A ciência por detrás dos nutricosméticos

24 de setembro de 2009 |

Os nutricosméticos, ou cosméticos nutricionais*, sustentam a idéia de que o que comemos influencia diretamente em como somos esteticamente.

* há diferença conceitual entre cosmético nutricional e cosmético nutritivo; o primeiro prevê a ingestão de nutrientes com objetivo cosmético ou estético e o segundo, o uso de cosméticos com objetivo de nutrir a pele ou cabelos. Se for traduzir diretamente do inglês, parece que todos os termos são sinônimos, por isso é necessário criarmos aos poucos nossa própria terminologia para esse segmento. E eu espero que meu esforço esteja contribuindo um pouco neste sentido.


Em 2008, o mercado de nutricosméticos movimentou US$ 1,6 bilhões, com grandes oportunidades visto que a procura por esse tipo de produtos está em amplo crescimento dada a preocupação dos usuários em melhorar a aparência de sua pele, cabelos e unhas.

Enquanto alguns ingredientes de origem botânica são ditos benéficos para a saúde e beleza da pele, baseado apenas em sua capacidade antioxidante e na inferência de outros benefícios tópicos, muitos estudos e pesquisas acerca de seus reais benefícios dermatológicos ainda são escassos.
No entanto, alguns ingredientes muito conhecidos já foram submetidos a estudos clínicos em humanos que comprovam sua eficácia antioxidante. São eles coenzima Q10 (CoQ10), oliva, chá verde, romã e alguns carotenóides.

A CoQ10 é uma molécula endógena (que nosso corpo produz) e tem importante papel na síntese de ATP pelas mitocôndrias, apresentando efeitos antioxidantes. Os benefícios da CoQ10 para a pele via ingestão (consumo dietético) foram recentemente revisados.

Seus benefícios na aparência da pele devem-se a múltiplos mecanismos de ação, incluindo a proteção dos queratinócitos do dano oxidativo, estímulo da produção da matriz protéica extracelular e proliferação dos fibroblastos da derme.

Alguns estudos relatam que a soja e os probióticos auxiliam na manutenção do complexo cutâneo que envolve, além da aparência ou funções básicas, a redução da descoloração, a redução da reatividade cutânea e dá suporte à função imunológica da pele.

Muito pouco do que se tem disponível foi testado em humanos, a maioria diz respeito a testes em culturas de células e modelos pré-clinicos em animais. Os poucos estudos clínicos em humanos são promissores e nos alimentam a esperança de que, enquanto novos ingredientes são desenvolvidos, novas pesquisas comprobatórias são realizadas, especialmente de eficácia e segurança.

Opinião do autor: quem procurar bem encontrará muitas publicações científicas sobre a oliva, chá verde, romã, carotenóides e, é claro, CoQ10. Basta ir atrás. Infelizmente o conhecimento nem sempre está pronto, resumido e sublinhado em nossa frente.Em uma analogia às aventuras de Dorothy no mundo de Oz, quando partimos em uma jornada em busca de algo específico, mesmo que com um único objetivo, encontramos coisas fascinantes que nem sempre estão relacionadas com o caminho principal, mas que nos modificam para sempre. O mesmo ocorro com o conhecimento: em busca de informações sobre a aplicação do óleo de oliva (é o azeite mesmo, mas o que a indústria usa é processado de maneira diferente) como antioxidante cutâneo, por exemplo, encontraremos tantas outras aplicações para esse ingrediente que nunca mais veremos essa matéria-prima da mesma forma. Só é importante se policiar para não se perder nas curiosidades e perder o foco, porque na vida real não adiantará muita coisa bater os calcanhares três vezes.

Referências:
ASHIDA, Y. Inhibitory effects of coenzyme Q10 on skin aging. In: TABOR, A.; BLAIR, RM. (org) Nutritional Cosmetics: Beauty from Within. William Andrew Applied Science Publishers/Elsevier, 2009. p.199-215.
BLAIR, RM.; TABOR, A.; The beauty of soy for skin, hair and nails. In: TABOR, A.; BLAIR, RM. (org) Nutritional Cosmetics: Beauty from Within. William Andrew Applied Science Publishers/Elsevier, 2009. p.441-468
BEYER, AM. Buying into functional foods. GCI Magazine, August 2009.
CRISTONI, A.; GIORI, A.; MARAMALDI, G.; ARTARIA, C.; IKEMOTO, T. Olive fruit extracts for skin health. In: TABOR, A.; BLAIR, RM. (org) Nutritional Cosmetics: Beauty from Within. William Andrew Applied Science Publishers/Elsevier, 2009. p.233-244
DRAELOS, ZD.; BLAIR, R.; TABOR, A.; Oral soy supplementation and dermatology. Cosmetic Derm, 2007, n.20, p.202-4
GUENICHE, A.; BENYACOUB, J.; BLUM, S.; BRETON, L.; CASTIEL, I. Probiotics for skin benefits. In: TABOR, A.; BLAIR, RM. (org) Nutritional Cosmetics: Beauty from Within. William Andrew Applied Science Publishers/Elsevier, 2009.
GUENICHE, A.; BENYACOUB, J.; BRETON, L.; BASTIEN, P.; BUREAU-FANZ, I.; BLUM, S.; LECLAIRE, J. A combination of Lactobacillus paracasei CNCM I-2116 and Bifidobacterium lactis CNCM I-3446 probiotic strains decreases skin reactivity. J Invest Dermatol, 2007, s.17, p.102
GRAMMENOU, E. What’s next for cosmeceuticals and nutricosmetics? GCI Magazine, April 2009.


Original: BLAIR, RM.; TABOR, A. The Science Behind Nutritional Cosmetics.

Roupas com Proteção Solar

21 de setembro de 2009 |

Da aliança entre a Schoeller Technologies AG e a Clariant, surgiu um produto que bloqueia a ação dos raios ultravioleta (UV), protege a pele e dá sensação de frescor. Os resultados são mais efetivos em tecidos escuros, mas mesmo em cores claras ele terá suas vantagens destacadas.


Dependendo da estrutura e da gramatura do tecido, o produto garante um fator de proteção mínimo de 30. Ele poderá ser aplicado a qualquer tipo de fibra na etapa de tingimento e posteriormente os tecidos passam por testes que asseguram a proteção solar durante toda a sua vida útil.

A Hugo Boss utilizou esse produto nos uniformes dos fiscais de linha durante a Copa Davis de 2008 em Mar Del Plata, Argentina, pois eles ficam expostos ao sol durante muitas horas e necessitam roupas que ofereçam proteção e conforto térmico.

Achou interessante? Conheça aqui esse produto, que já está disponível no Brasil.

Opinião do autor: Há décadas que os pesquisadores buscavam essa alternativa e já existem algumas alternativas a isso, mas eu, particularmente, ainda não vi niguém anunciar FPS. E não há motivo aos consumidores para se preocuparem na hora de atualizar seus guarda-roupas. Inicialmente as roupas com esse produto, o coldblack®, terão custo elevado e as empresas que tiverem seus tecidos aprovados nos testes receberão um certificado e o fabricante terá autorização para utilizar a marca em suas etiquetas e material de divulgação.

Pele mais feliz

20 de setembro de 2009 |

Será que Melissa Cadore tinha mesmo razão?

Um grupo de pesquisadores liderados pelo Prof. Peter Olmsted, da School of Physics and Astronomy da Universidade de Leeds, estão usando das técnicas mais sofisticadas para desenvolver produtos que funcionem bem aos olhos dos consumidores, deixando-os mais felizes e satisfeitos.

Como uma tentativa de compreender cientificamente o que significa “sentir-se bem”, eles examinarão as propriedades das bicamadas lipídicas da membrana do estrato córneo – camada mais superficial da pele cuja espessura (50-100 microns) é 10 vezes menor que uma folha de papel. Eles se concentrarão em entender como a estrutura extremamente complexa da pele fornece suas propriedades únicas de força e elasticidade.

O time usará essas informações para realizar outros experimentos e cálculos de como a pele se comporta, na esfera molecular, aos ingredientes dos produtos cosméticos e de higiene pessoal, da água purificada às moléculas complexas de alguns óleos. Assim, o grupo espera estabelecer regras para que os produtos funcionem melhor e sejam mais atraentes aos seus usuários.

Opinião do autor: uma iniciativa interessante, mas para começarem a divulgar é porque já devem ter algo pronto que não querem ou não vão publicar no momento. Estudar para oferecer produtos melhores e mais direcionados é a uma corrente atual na área cosmética (assim como em várias outras áreas do conhecimento), mas corre-se o risco de tornar o produto técnico-científico demais e pouco vendável. Porque há todos os atributos emocionais por trás da aquisição de um produto. Vamos acompanhar as etapas e as próximas notícias sobre essa pesquisa.

Créditos das imagens: Getty Images.

Entrevista sobre nanotecnologia

12 de setembro de 2009 |

A H&C entrevistou o norte-americano especialista em nanotecnologia Sam Shefer, engenheiro e PhD em engenhria química e bioquímica, que desenvolve diversas tecnologias de liberação controlada há mais de 20 anos. Ele, que é presidente da Salvona Technologies, de New Jersey (EUA), respondeu às perguntas:

  1. Como a nanotecnologia de liberação controlada de ativos vem sendo utilizada nos Cosméticos? Em que estágio o Brasil está?
  2. Existem possibilidades ainda não exploradas mundialmente e no Brasil?
  3. Quais as principais vantagens dessa tecnologia?
  4. Com o avanço da aplicação da nanotecnologia, o que podemos esperar dos cosméticos do futuro?
Se interessou? Então confira as respostas no site da Freedom/H&C.

Os produtos para alisamento capilar

5 de setembro de 2009 |

Prosseguindo com o assunto polêmico e preocupante, e ainda na linha dos posts de utilidade pública, apresentarei hoje os mecanismos aprovados para alisamento das madeixas. (Quer enrolar ou fazer permanente? Pergunte-me como!)
Na maioria das vezes, quem consome este tipo de produto, deseja que seu cabelo fique, no mínimo, mais controlado e maleável que a sua forma original. Dificilmente um método de alisamento deixará os cabelos com aspecto liso natural e para sempre. Dependendo da forma do cabelo original, ele poderá ficar mais liso. Os cabelos crespos, por exemplo, não ficarão completamente lisos a não ser que a consumidora faça depois uma escova e/ou prancha.
Além disso tem que tratar dos cabelos após a transformação química. Hidratá-los frequentemente e mantê-lo escovado. O principal agravante é que a maioria das brasileiras tem cisma de ter os cabelos lisos e coloridos. Mas o assunto hoje é alisamento...
Tradicionalmente, existem três métodos para o alisamento dos cabelos os quais abordaremos em seguida:
Alisamento a quente
Neste método, estira-se o cabelo com uma prancha metálica quente (algumas pessoas ainda usam o pente metálico quente), utilizando-se um produto que dê maior lubricidade aos fios e que proporcione mais facilidade o deslizamento da prancha, geralmente a base de óleo mineral e/ou silicones.

Não podemos considera-lo um processo de transformação capilar porque ele não modifica quimicamente a fibra. Por ação da umidade, chuva, suor ou lavagem, os cabelos voltam à sua forma original.

Produtos cáusticos
Aqui estão os hidróxidos de sódio, lítio e cálcio, sendo que o último é associado ao carbonato de guanidina no momento do uso. São produtos na forma de creme que podem causar lesões no couro cabeludo e nos olhos se não forem aplicados corretamente. O que diferencia um do outro é a “força”: o hidróxido de sódio é o mais forte, o hidróxido de lítio é o intermediário e o hidróxido de cálcio (guanidina) é o de ação mais suave. Mas sódico pode ter o mesmo resultado de relaxamento que o de cálcio se o tempo de contato for sensivelmente reduzido.
As guanidinas, por serem derivados amínicos, oferecem menor potencial alisante, portanto é comum ouvir dizer que os produtos a base de guanidina são apenas “amaciadores” das raízes.

O produto é aplicado sobre os fios, permanece por certo tempo e é enxaguado abundantemente para não deixar resíduo. Para facilitar o processo, os profissionais dividem os cabelos em grandes mechas e fazem a aplicação mecha a mecha, sempre enxaguando após a aplicação.
Para a própria segurança, o indicado é que a consumidora dê preferência à aplicação com um profissional competente ou, no mínimo, com a ajuda de alguém, mas jamais fazer isso sozinha.
Agentes químicos redutores
Os produtos para alisamento dos cabelos desta classe contém um agente químico redutor da queratina como relaxante que efetua o amaciamento e alisamento das fibras. Dos ativos utilizados, o ácido tioglicólico frequentemente encontra-se presente, associado a diferentes agentes alcalinizantes como o a amônia e a monoetanolamina.

No alisamento a nova forma das fibras capilares é dada pelo pentear do produto sobre os fios durante a aplicação. A maioria dos relaxantes utiliza o tioglicolato de amônio ou tioglicolato de monoetanolamina (também chamado de tiolamina).
Quando os cabelos estão suficientemente alisados enxágua-se o creme e aplica-se o neutralizante para dar forma ao penteado, deve-se assegurar a neutralização completa para evitar lesões posteriores às fibras capilares.

É importantíssimo deixar claro que os cabelos que foram modificados pelo uso de alisantes cáusticos não devem jamais ser submetidos a um alisamento com tioglicolato ou colorações a base de amônia.

Opinião do autor: Propositalmente eu não quis deixar o assunto muito claro como de costume porque sei da tendência masoquista das consumidoras. Como já foi dito, quem quiser alisar os cabelos, procure um profissional idôneo que não vá enganá-la com produtos a base de formol em que eles juram que não contém formol ou que o contém na quantidade permitida pela Anvisa. Se não der para fazer com profissionais por questões de tempo ou financeiras, compre Kits para alisamento ou realinhamento capilar, pois eles são a garantia de sucesso do processo. Além disso, dê preferência por usar o creme alisante e o neutralizante sempre da mesma empresa. E nunca, em hipótese alguma, deixe de usar o neutralizante após o alisamento.
Aos profissionais do desenvolvimento, convém ressaltar que os produtos para alisamento são considerados grau de risco 2 pela Anvisa e, portanto, submetidos ao registro mediante apresentação de comprovação de sua segurança. Convém consultar a RDC 215/05 para confirmar os percentuais e faixas de pH permitidos pela Anvisa para esses tipos de produtos.

Ativos alisantes em cosméticos

3 de setembro de 2009 |

Tenho recebido vários questionamentos sobre o uso do formol e de (pasmem!) parabenos como agentes alisantes. Então, além de esclarecer alguns pontos cruciais sobre o assunto, aproveito este post para abordar um pouco sobre as substâncias alisantes um grande mercado nacional.

Formol
O formaldeído (formol) só é permitido pela legislação brasileira em concentrações máximas de 0,2% (Resolução RDC 162/01) como agente conservante. É importante deixar claro que, neste teor, ele não exerce qualquer ação de alisamento dos cabelos como prometido por algumas empresas e profissionais cuja idoneidade deve ser questionada.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem uma seção inteira de seu site dedicada a este atual vilão da saúde pública nacional. Recentemente, foi publicada a Resolução RDC 36, de 17 de junho de 2009, que proíbe a comercialização do formol em estabelecimentos como drogarias, farmácias, supermercados, empórios, lojas de conveniências e drugstores, com o objetivo de restringir o acesso da população ao formol e proteger a saúde de profissionais cabeleireiros e consumidores.

Formol, muito prazer!Os riscos do formol? Ele é tóxico, causa irritação à pele, com vermelhidão, dor e queimaduras. Pode causar câncer no aparelho respiratório, dor de garganta, irritação no nariz, tosse, diminuição da frequência respiratória, edema pulmonar e pneumonia. Pode ser fatal acima de determinadas concentrações. Além disso, a exposição frequente pode causar hipersensibilidade, dermatites, queda capilar, reações alérgicas, debilitação da visão, aumento do fígado. Quanto mais concentrado, mais perigoso é o seu uso.

Isso tudo pode ser conferido na página do Instituto Nacional de Câncer (INCA) dedicada exclusivamente ao formol.

As alternativas inescrupulosas
Algumas empresas migraram para o glutaraldeído (quem?), cuja estrutura e reação são similares ao formol só que por uma mera coincidência os malefícios também são muito semelhantes ou piores! Então, é literalmente trocar seis por meia dúzia. E ele também tem seu uso limitado a 0,1% como agente conservante (Resolução RDC 162/01).
Cuidado: Glutaraldeído!Eis que, para a minha surpresa maior, descobri há poucas semanas que os profissionais inescrupulosos adoram os conservantes! Eu já sabia que alguns cabeleireiros do Brasil diziam que suas escovas progressivas (marroquinas, italianas, indianas, de flores, de cristal, etc.) continham tiazolinona como alternativa ao formol e que ela é permitida pela Anvisa. Gastei foi energia para poder conversar os leigos de que qualquer tiazolinona (a metilisotiazolinona ou a metilcloroisotiazolinona) não possuem qualquer ação de alisamento.

E então para piorar ainda mais o meio de campo, começaram a apelar para outros conservantes que já estão em cheque por outras razões: os parabenos. Exato! Ouvi falar de uma escova mega alisante com parabenos importados da Itália! Não precisava nem dizer que isso é o mais legítimo conto do vigário.

É exatamente por isso que o próximo post será sobre os VERDADEIROS agentes alisantes permitidos e aprovados não só no Brasil pela Anvisa, mas em todos os outros países do mundo. Não é coincidência, é ciência e respeito com a saúde dos consumidores.

Afinal, de que vale alguns meses de cabelos lisos se você não poderá usufruir deles por muito mais tempo? É melhor cuidar bem dos cabelos utilizando os alisantes tradicionais, gastar um pouco mais com tratamentos para deixar os cabelos bonitos e sedosos e poder viver bem e com o corpo e os cabelos saudáveis. É importante lembrar que saúde não se compra! Uma vez gasta e perdida você só poderá se lamentar (a mesma dica vale para os fumantes)...